Igreja Batista do Marapé

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07 de fevereiro: O Robinho voltou

     Segunda-feira, meio dia, sol escaldante, temperatura pra cima de 35º. A vila Belmiro estava cheia. Mais de 8 (oito) mil pessoas compareceram ao cenário para receber um grande astro do futebol. 
     Animados por um astro do rock, a multidão aguardava ansiosamente, cantando, gritando, tirando fotos. Eis o Helicóptero. Dentro dele, o Rei Pelé, apenas como um “condutor” do motivo da festa, “Robinho”. 
     Sinceramente, como santista,  ainda não vejo motivo pra tanta festa. Afinal, se ele for convocado para a seleção, daqui a três meses ele está indo embora. Mas... não quero comentar futebol...
     ...Quero falar do que move os corações. Muitos estavam ali pela banda de rock. É inegável que o “Chorão” e sua turma atraíram muita gente. A grande massa queria ver Robinho. Talvez mostrar para a equipe concorrente da capital que a recepção praiana é maior (Ronaldo e Roberto Carlos também atraíram multidões). Outros, crendo que uma espécie de “salvador da pátria” chegou.  Outros, foram no fluxo da multidão, empurrados pelos outros milhares que compareceram.
   Algumas considerações:
- Qual a minha motivação em relação às “coisas de Deus”? Faço todo sacrifício como ir em plena segunda-feira, com sol escaldante ao seu encontro?
- Vibro quando alguém percebe que Jesus é o seu salvador?
- “Pago o preço” que for para estar ao lado do meu Deus?
(vide verso)
- Não falto, não chego atrasado, não chego de cara feia, muito menos desmotivado aos encontros com o meu Deus e com o seu povo (igreja)?
- Estou sempre bem informado em relação a como meu Deus tem atuado, bem como suas táticas soberanas para nos manter em suas maravilhosas mãos?
- Largo o que for para seguí-lo.
     Pense bem!  Dinheiro, família, esporte, carro, profissão, amizades, não são mais importantes do que a sua comunhão com o seu Deus.
     Fazemos tantas loucuras, tantos sacrifícios por tantas coisas que gostamos e amamos. Por que não somos capazes de fazermos o mesmo pelo nosso Deus?

   Do seu pastor, Sidney Roberto.





21 de fevereiro: Agora vai começar?

     Costuma-se dizer que o ano no Brasil começa apenas após o Carnaval.  É verdade que essa máxima é seguida por muitos
 em nosso país. Porém, eu não concordo.
     Sei que para os estudantes, escola mesmo só funciona depois do carnaval, sei que o judiciário brasileiro também opta por avançar somente após o carnaval. Mas como igreja, não podemos seguir essa “tradição”.
     Para muitos, dia de procurar a Deus é domingo, dia de evangelizar é domingo, trazendo a igreja aqueles que não tem Cristo.
     Dia de fazer missões é no dia da “campanha”, nos meses especiais. Dia de praticar uma boa  ação é o dia estipulado pela igreja, dia de estudar a Bíblia é o dia da escola dominical e o momento de adorar a Deus é o momento de cânticos no domingo.
     Tudo errado. Quando Cristo fundou a igreja, estabeleceu-a debaixo da nova aliança.  Entre outras transformações, a questão tempo e local  deixaram de receber um parâmetro. 
     Quando da morte de Cristo, o véu que separava o átrio e o santo dos santos rasgou-se. Nada mais encontra-se entre a nossa pessoa e Deus. Temos livre acesso.
     Sempre é tempo de adorar, sempre é tempo de evangelizar, sempre é tempo de fazer missões, sempre é tempo de estudar a palavra de Deus, sempre é tempo de falar com Deus, sempre é tempo de ajudar o próximo.
     Não existe dia, não existe hora. O tempo é agora.
     Não desperdice essa benção de estar diante de Deus a todo tempo. Não desperdice essa oportunidade de servi-lo a todo tempo, a cada instante.

  Do seu pastor, Sidney Roberto.



 

28 de fevereiro: Formados? Pra quê?

     Ter um diploma sempre foi importante. Para alguns, ter um diploma é status. Para a maioria, significa poder lutar por uma boa colocação. Um bom emprego, oportunidades melhores na vida. Incentivo a todos a estudarem pelo resto de suas vidas. Quanto mais estudo, melhor.
     Porém, quero adverti-los que todo crente deve estudar incessantemente, incansavelmente a palavra de Deus.  Todos nós deveríamos nos esmerar ao máximo, não apenas tendo algum conhecimento sobre Deus, mas, conhecendo-o em profundidade.
     Outra questão importante foi o conselho, ou melhor, a exortação dada pelo apóstolo Paulo ao seu “pupilo” Timóteo: “Apresente-se Aprovado, como obreiro que não tem do que envergonhar-se e que maneja bem a palavra da verdade”. (II Tm.2:15).
     Na vida, o nosso conhecimento sobre as mais diversas áreas do saber é posto à prova. Eu, particularmente, não gosto de ser interpelado e não ter respostas. Muitas vezes não as tenho.
     Mas, se existe uma área importante e que todos nós deveríamos nos embrenhar em busca de algo mais é o conhecimento de Deus.
     Grande benção é ter como Deus, o Deus verdadeiro a quem servimos, que se revelou a nós, que se dá a conhecer.
     Aproveitemos essa oportunidade única, enriquecedora para o nosso viver.

Do seu pastor, Sidney Roberto


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